segunda-feira, 7 de maio de 2012

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 Claire, nunca tive muito dele, embora saiba que existe algo nele que me pertence. Não te falo de atração, dos seus lindos olhos cor de mar, nem do seu cabelo que lembra o trigo, existe algo mais, mas no entanto por trás da força de duas almas que insistem em se cruzarem, existe uma grande covardia de ambas as partes.
 Eu confesso que não sei dar nome aquilo de que te falo nesta carta, sei que durante o meu quotidiano há muitos pormenores que me levam até ele e vice-versa. Sei que depois de todos este tempo, provavelmente nunca mais o irei ver e confesso novamente que isso me deixa angústiada, ainda havia tanto para perceber nestas entrelinhas.
 Somos feitos de histórias, por isso, mesmo que ele um dia parta, eu sei que fará sempre parte de mim.

3 comentários:

  1. notei no nome aqui no post e no título do blog

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  2. « nunca tive muito dele, embora saiba que existe algo nele que me pertence. Não te falo de atração, dos seus lindos olhos cor de mar, nem do seu cabelo que lembra o trigo, existe algo mais, mas no entanto por trás da força de duas almas que insistem em se cruzarem, existe uma grande covardia de ambas as partes»,
    é mesmo isto que sinto, está lindíssimo, parabens!

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